O que são infostealers: como malwares roubam suas senhas sem você perceber
Segurança Digital
O que são infostealers e por que você deveria se preocupar
Você já ouviu falar em vírus que roubam senhas. Mas os infostealers vão muito além disso. Eles são uma categoria de malware projetada especificamente para extrair credenciais, cookies de navegação, dados bancários e até tokens de autenticação diretamente do seu dispositivo. Tudo acontece em segundo plano, sem que a vítima perceba qualquer sinal de invasão.
Em janeiro de 2026, um banco de dados com 149 milhões de combinações de usuário e senha foi encontrado exposto na internet, segundo relato publicado pelo blog da Asper e pela Época Negócios. Entre as credenciais estavam logins do Gmail, Facebook, Netflix e até sistemas governamentais. A origem? Infostealers que infectaram milhões de dispositivos ao longo de meses.
O Specops Breached Password Report 2026 analisou mais de 6 bilhões de senhas comprometidas coletadas ao longo de 2025. O dado mais alarmante: a maioria dessas senhas atendia aos requisitos tradicionais de segurança, como letras maiúsculas, números e caracteres especiais. Mesmo assim, foram roubadas.
Como os infostealers infectam seu dispositivo
A infecção por infostealer costuma acontecer de formas simples e cotidianas. Os vetores mais comuns incluem e-mails de phishing com anexos disfarçados de notas fiscais (NF-e), anúncios maliciosos em redes sociais, downloads de softwares piratas e links compartilhados em grupos de mensagens.
Ao clicar no arquivo ou link, o malware se instala silenciosamente. A partir desse momento, ele começa a vasculhar o navegador em busca de senhas salvas, cookies de sessão ativos e dados de preenchimento automático. Famílias de infostealers como RedLine Stealer, Raccoon Stealer, Vidar e LummaC2 se tornaram as mais ativas em 2025 e continuam dominando o cenário em 2026.
De acordo com a Kaspersky, o Brasil ocupa a 4ª posição global entre os países que mais sofrem ataques baseados em roubo de credenciais. A Febraban aponta que fraudes de engenharia social ativa geraram prejuízo de R$ 4,5 bilhões em 2025 no país.
O que os infostealers roubam do seu celular e computador
A lista do que esses malwares conseguem extrair é extensa:
Senhas salvas no navegador: Chrome, Edge, Firefox e outros armazenam credenciais que os infostealers acessam em segundos
Cookies de sessão: permitem que o criminoso acesse suas contas sem precisar da senha, ignorando até a autenticação em dois fatores
Tokens OAuth: chaves de acesso a serviços como e-mail corporativo, nuvem e ferramentas de trabalho
Dados de carteiras de criptomoedas: chaves privadas e frases de recuperação
Informações de VPN e acesso remoto: credenciais que abrem portas para redes corporativas inteiras
Conteúdo da área de transferência: tudo que você copia e cola, incluindo senhas e dados bancários
Após a coleta, essas informações são organizadas em pacotes chamados ULPs (Username-Login-Password), que incluem a URL do serviço, facilitando ataques automatizados contra múltiplas plataformas.
Por que senhas fortes não bastam contra infostealers
Um dos achados mais preocupantes do relatório Specops é que senhas complexas continuam aparecendo entre as credenciais roubadas. Combinações como “Aa@123456” e “Admin@123” estavam entre as mais frequentes. Isso acontece porque o infostealer não tenta adivinhar sua senha. Ele simplesmente lê o que está armazenado no seu navegador ou captura o que você digita.
O CERT.br registrou um aumento de 120% nas notificações de fraude via phishing no último ano. Dados do CISO Advisor 2026 mostram que 9 em cada 10 pequenas e médias empresas brasileiras sofreram ao menos uma tentativa de ataque via e-mail corporativo ou WhatsApp Web em 2025.
A reutilização de senhas agrava o problema. Quando um criminoso obtém uma credencial válida, ele testa automaticamente em dezenas de outros serviços. Se você usa a mesma senha no e-mail e no banco, uma única infecção pode comprometer toda a sua vida digital.
Como se proteger contra infostealers
Existem medidas práticas e eficazes para reduzir o risco:
Use um gerenciador de senhas: ele cria senhas únicas para cada serviço e as armazena de forma criptografada, fora do alcance dos infostealers que vasculham navegadores
Ative autenticação em dois fatores (2FA) resistente a phishing: prefira chaves físicas (FIDO2/WebAuthn) ou aplicativos autenticadores em vez de SMS
Nunca salve senhas no navegador: essa é a primeira fonte que os infostealers acessam
Mantenha sistema e aplicativos atualizados: atualizações corrigem vulnerabilidades exploradas por malwares
Desconfie de anexos e links: notas fiscais, boletos e promoções recebidas por e-mail ou mensagem devem ser verificados diretamente no site oficial do remetente
Não instale softwares piratas: cracks e keygens são um dos principais vetores de infecção por infostealers
Verifique se suas credenciais foram vazadas: serviços como Have I Been Pwned permitem checar se seu e-mail aparece em bases de dados comprometidas
Como o PhizChat protege suas conversas contra roubo de dados
Enquanto infostealers vasculham navegadores e aplicativos em busca de dados sensíveis, o PhizChat foi projetado com segurança nativa. O app de mensagens seguro brasileiro utiliza criptografia ponta a ponta em todas as conversas, o que significa que nem mesmo um dispositivo infectado permite que terceiros leiam o conteúdo das mensagens em trânsito.
Além disso, o PhizChat segue as diretrizes da LGPD e armazena dados em servidores no Brasil, garantindo soberania digital sobre as informações dos usuários. Diferente de apps estrangeiros que compartilham metadados com anunciantes, o PhizChat trata a privacidade como prioridade, não como funcionalidade opcional.
Para quem busca uma alternativa ao WhatsApp com foco real em proteção de dados, o PhizChat oferece um ecossistema completo: mensagens, chamadas, lives e conteúdo, tudo dentro de um ambiente construído para resistir às ameaças digitais que mais crescem no Brasil. Conheça mais em nosso artigo sobre ransomware, outro tipo de malware que ameaça seus dados.
Perguntas frequentes
O que é um infostealer?
Um infostealer é um tipo de malware projetado para roubar senhas, cookies, dados bancários e outras informações sensíveis armazenadas no seu dispositivo, sem que você perceba a invasão.
Como saber se meu dispositivo foi infectado por um infostealer?
Infostealers são silenciosos. Sinais indiretos incluem acessos não reconhecidos em suas contas, alertas de login em locais desconhecidos ou notificações de troca de senha que você não solicitou. Verificar suas credenciais em sites como Have I Been Pwned ajuda a identificar exposição.
Antivírus protege contra infostealers?
Um bom antivírus atualizado pode detectar infostealers conhecidos. Porém, variantes novas podem escapar da detecção. Por isso, combinar antivírus com gerenciador de senhas, autenticação em dois fatores e boas práticas de navegação é a melhor estratégia.
O PhizChat é seguro contra roubo de dados?
O PhizChat utiliza criptografia ponta a ponta e armazena dados no Brasil, seguindo a LGPD. Mesmo que um dispositivo seja comprometido, as mensagens em trânsito permanecem protegidas pela criptografia do app.
Segurança Digital
O que são infostealers e por que você deveria se preocupar
Você já ouviu falar em vírus que roubam senhas. Mas os infostealers vão muito além disso. Eles são uma categoria de malware projetada especificamente para extrair credenciais, cookies de navegação, dados bancários e até tokens de autenticação diretamente do seu dispositivo. Tudo acontece em segundo plano, sem que a vítima perceba qualquer sinal de invasão.
Em janeiro de 2026, um banco de dados com 149 milhões de combinações de usuário e senha foi encontrado exposto na internet, segundo relato publicado pelo blog da Asper e pela Época Negócios. Entre as credenciais estavam logins do Gmail, Facebook, Netflix e até sistemas governamentais. A origem? Infostealers que infectaram milhões de dispositivos ao longo de meses.
O Specops Breached Password Report 2026 analisou mais de 6 bilhões de senhas comprometidas coletadas ao longo de 2025. O dado mais alarmante: a maioria dessas senhas atendia aos requisitos tradicionais de segurança, como letras maiúsculas, números e caracteres especiais. Mesmo assim, foram roubadas.
Como os infostealers infectam seu dispositivo
A infecção por infostealer costuma acontecer de formas simples e cotidianas. Os vetores mais comuns incluem e-mails de phishing com anexos disfarçados de notas fiscais (NF-e), anúncios maliciosos em redes sociais, downloads de softwares piratas e links compartilhados em grupos de mensagens.
Ao clicar no arquivo ou link, o malware se instala silenciosamente. A partir desse momento, ele começa a vasculhar o navegador em busca de senhas salvas, cookies de sessão ativos e dados de preenchimento automático. Famílias de infostealers como RedLine Stealer, Raccoon Stealer, Vidar e LummaC2 se tornaram as mais ativas em 2025 e continuam dominando o cenário em 2026.
De acordo com a Kaspersky, o Brasil ocupa a 4ª posição global entre os países que mais sofrem ataques baseados em roubo de credenciais. A Febraban aponta que fraudes de engenharia social ativa geraram prejuízo de R$ 4,5 bilhões em 2025 no país.
O que os infostealers roubam do seu celular e computador
A lista do que esses malwares conseguem extrair é extensa:
Senhas salvas no navegador: Chrome, Edge, Firefox e outros armazenam credenciais que os infostealers acessam em segundos
Cookies de sessão: permitem que o criminoso acesse suas contas sem precisar da senha, ignorando até a autenticação em dois fatores
Tokens OAuth: chaves de acesso a serviços como e-mail corporativo, nuvem e ferramentas de trabalho
Dados de carteiras de criptomoedas: chaves privadas e frases de recuperação
Informações de VPN e acesso remoto: credenciais que abrem portas para redes corporativas inteiras
Conteúdo da área de transferência: tudo que você copia e cola, incluindo senhas e dados bancários
Após a coleta, essas informações são organizadas em pacotes chamados ULPs (Username-Login-Password), que incluem a URL do serviço, facilitando ataques automatizados contra múltiplas plataformas.
Por que senhas fortes não bastam contra infostealers
Um dos achados mais preocupantes do relatório Specops é que senhas complexas continuam aparecendo entre as credenciais roubadas. Combinações como “Aa@123456” e “Admin@123” estavam entre as mais frequentes. Isso acontece porque o infostealer não tenta adivinhar sua senha. Ele simplesmente lê o que está armazenado no seu navegador ou captura o que você digita.
O CERT.br registrou um aumento de 120% nas notificações de fraude via phishing no último ano. Dados do CISO Advisor 2026 mostram que 9 em cada 10 pequenas e médias empresas brasileiras sofreram ao menos uma tentativa de ataque via e-mail corporativo ou WhatsApp Web em 2025.
A reutilização de senhas agrava o problema. Quando um criminoso obtém uma credencial válida, ele testa automaticamente em dezenas de outros serviços. Se você usa a mesma senha no e-mail e no banco, uma única infecção pode comprometer toda a sua vida digital.
Como se proteger contra infostealers
Existem medidas práticas e eficazes para reduzir o risco:
Use um gerenciador de senhas: ele cria senhas únicas para cada serviço e as armazena de forma criptografada, fora do alcance dos infostealers que vasculham navegadores
Ative autenticação em dois fatores (2FA) resistente a phishing: prefira chaves físicas (FIDO2/WebAuthn) ou aplicativos autenticadores em vez de SMS
Nunca salve senhas no navegador: essa é a primeira fonte que os infostealers acessam
Mantenha sistema e aplicativos atualizados: atualizações corrigem vulnerabilidades exploradas por malwares
Desconfie de anexos e links: notas fiscais, boletos e promoções recebidas por e-mail ou mensagem devem ser verificados diretamente no site oficial do remetente
Não instale softwares piratas: cracks e keygens são um dos principais vetores de infecção por infostealers
Verifique se suas credenciais foram vazadas: serviços como Have I Been Pwned permitem checar se seu e-mail aparece em bases de dados comprometidas
Como o PhizChat protege suas conversas contra roubo de dados
Enquanto infostealers vasculham navegadores e aplicativos em busca de dados sensíveis, o PhizChat foi projetado com segurança nativa. O app de mensagens seguro brasileiro utiliza criptografia ponta a ponta em todas as conversas, o que significa que nem mesmo um dispositivo infectado permite que terceiros leiam o conteúdo das mensagens em trânsito.
Além disso, o PhizChat segue as diretrizes da LGPD e armazena dados em servidores no Brasil, garantindo soberania digital sobre as informações dos usuários. Diferente de apps estrangeiros que compartilham metadados com anunciantes, o PhizChat trata a privacidade como prioridade, não como funcionalidade opcional.
Para quem busca uma alternativa ao WhatsApp com foco real em proteção de dados, o PhizChat oferece um ecossistema completo: mensagens, chamadas, lives e conteúdo, tudo dentro de um ambiente construído para resistir às ameaças digitais que mais crescem no Brasil. Conheça mais em nosso artigo sobre ransomware, outro tipo de malware que ameaça seus dados.
Perguntas frequentes
O que é um infostealer?
Um infostealer é um tipo de malware projetado para roubar senhas, cookies, dados bancários e outras informações sensíveis armazenadas no seu dispositivo, sem que você perceba a invasão.
Como saber se meu dispositivo foi infectado por um infostealer?
Infostealers são silenciosos. Sinais indiretos incluem acessos não reconhecidos em suas contas, alertas de login em locais desconhecidos ou notificações de troca de senha que você não solicitou. Verificar suas credenciais em sites como Have I Been Pwned ajuda a identificar exposição.
Antivírus protege contra infostealers?
Um bom antivírus atualizado pode detectar infostealers conhecidos. Porém, variantes novas podem escapar da detecção. Por isso, combinar antivírus com gerenciador de senhas, autenticação em dois fatores e boas práticas de navegação é a melhor estratégia.
O PhizChat é seguro contra roubo de dados?
O PhizChat utiliza criptografia ponta a ponta e armazena dados no Brasil, seguindo a LGPD. Mesmo que um dispositivo seja comprometido, as mensagens em trânsito permanecem protegidas pela criptografia do app.
Segurança Digital
O que são infostealers e por que você deveria se preocupar
Você já ouviu falar em vírus que roubam senhas. Mas os infostealers vão muito além disso. Eles são uma categoria de malware projetada especificamente para extrair credenciais, cookies de navegação, dados bancários e até tokens de autenticação diretamente do seu dispositivo. Tudo acontece em segundo plano, sem que a vítima perceba qualquer sinal de invasão.
Em janeiro de 2026, um banco de dados com 149 milhões de combinações de usuário e senha foi encontrado exposto na internet, segundo relato publicado pelo blog da Asper e pela Época Negócios. Entre as credenciais estavam logins do Gmail, Facebook, Netflix e até sistemas governamentais. A origem? Infostealers que infectaram milhões de dispositivos ao longo de meses.
O Specops Breached Password Report 2026 analisou mais de 6 bilhões de senhas comprometidas coletadas ao longo de 2025. O dado mais alarmante: a maioria dessas senhas atendia aos requisitos tradicionais de segurança, como letras maiúsculas, números e caracteres especiais. Mesmo assim, foram roubadas.
Como os infostealers infectam seu dispositivo
A infecção por infostealer costuma acontecer de formas simples e cotidianas. Os vetores mais comuns incluem e-mails de phishing com anexos disfarçados de notas fiscais (NF-e), anúncios maliciosos em redes sociais, downloads de softwares piratas e links compartilhados em grupos de mensagens.
Ao clicar no arquivo ou link, o malware se instala silenciosamente. A partir desse momento, ele começa a vasculhar o navegador em busca de senhas salvas, cookies de sessão ativos e dados de preenchimento automático. Famílias de infostealers como RedLine Stealer, Raccoon Stealer, Vidar e LummaC2 se tornaram as mais ativas em 2025 e continuam dominando o cenário em 2026.
De acordo com a Kaspersky, o Brasil ocupa a 4ª posição global entre os países que mais sofrem ataques baseados em roubo de credenciais. A Febraban aponta que fraudes de engenharia social ativa geraram prejuízo de R$ 4,5 bilhões em 2025 no país.
O que os infostealers roubam do seu celular e computador
A lista do que esses malwares conseguem extrair é extensa:
Senhas salvas no navegador: Chrome, Edge, Firefox e outros armazenam credenciais que os infostealers acessam em segundos
Cookies de sessão: permitem que o criminoso acesse suas contas sem precisar da senha, ignorando até a autenticação em dois fatores
Tokens OAuth: chaves de acesso a serviços como e-mail corporativo, nuvem e ferramentas de trabalho
Dados de carteiras de criptomoedas: chaves privadas e frases de recuperação
Informações de VPN e acesso remoto: credenciais que abrem portas para redes corporativas inteiras
Conteúdo da área de transferência: tudo que você copia e cola, incluindo senhas e dados bancários
Após a coleta, essas informações são organizadas em pacotes chamados ULPs (Username-Login-Password), que incluem a URL do serviço, facilitando ataques automatizados contra múltiplas plataformas.
Por que senhas fortes não bastam contra infostealers
Um dos achados mais preocupantes do relatório Specops é que senhas complexas continuam aparecendo entre as credenciais roubadas. Combinações como “Aa@123456” e “Admin@123” estavam entre as mais frequentes. Isso acontece porque o infostealer não tenta adivinhar sua senha. Ele simplesmente lê o que está armazenado no seu navegador ou captura o que você digita.
O CERT.br registrou um aumento de 120% nas notificações de fraude via phishing no último ano. Dados do CISO Advisor 2026 mostram que 9 em cada 10 pequenas e médias empresas brasileiras sofreram ao menos uma tentativa de ataque via e-mail corporativo ou WhatsApp Web em 2025.
A reutilização de senhas agrava o problema. Quando um criminoso obtém uma credencial válida, ele testa automaticamente em dezenas de outros serviços. Se você usa a mesma senha no e-mail e no banco, uma única infecção pode comprometer toda a sua vida digital.
Como se proteger contra infostealers
Existem medidas práticas e eficazes para reduzir o risco:
Use um gerenciador de senhas: ele cria senhas únicas para cada serviço e as armazena de forma criptografada, fora do alcance dos infostealers que vasculham navegadores
Ative autenticação em dois fatores (2FA) resistente a phishing: prefira chaves físicas (FIDO2/WebAuthn) ou aplicativos autenticadores em vez de SMS
Nunca salve senhas no navegador: essa é a primeira fonte que os infostealers acessam
Mantenha sistema e aplicativos atualizados: atualizações corrigem vulnerabilidades exploradas por malwares
Desconfie de anexos e links: notas fiscais, boletos e promoções recebidas por e-mail ou mensagem devem ser verificados diretamente no site oficial do remetente
Não instale softwares piratas: cracks e keygens são um dos principais vetores de infecção por infostealers
Verifique se suas credenciais foram vazadas: serviços como Have I Been Pwned permitem checar se seu e-mail aparece em bases de dados comprometidas
Como o PhizChat protege suas conversas contra roubo de dados
Enquanto infostealers vasculham navegadores e aplicativos em busca de dados sensíveis, o PhizChat foi projetado com segurança nativa. O app de mensagens seguro brasileiro utiliza criptografia ponta a ponta em todas as conversas, o que significa que nem mesmo um dispositivo infectado permite que terceiros leiam o conteúdo das mensagens em trânsito.
Além disso, o PhizChat segue as diretrizes da LGPD e armazena dados em servidores no Brasil, garantindo soberania digital sobre as informações dos usuários. Diferente de apps estrangeiros que compartilham metadados com anunciantes, o PhizChat trata a privacidade como prioridade, não como funcionalidade opcional.
Para quem busca uma alternativa ao WhatsApp com foco real em proteção de dados, o PhizChat oferece um ecossistema completo: mensagens, chamadas, lives e conteúdo, tudo dentro de um ambiente construído para resistir às ameaças digitais que mais crescem no Brasil. Conheça mais em nosso artigo sobre ransomware, outro tipo de malware que ameaça seus dados.
Perguntas frequentes
O que é um infostealer?
Um infostealer é um tipo de malware projetado para roubar senhas, cookies, dados bancários e outras informações sensíveis armazenadas no seu dispositivo, sem que você perceba a invasão.
Como saber se meu dispositivo foi infectado por um infostealer?
Infostealers são silenciosos. Sinais indiretos incluem acessos não reconhecidos em suas contas, alertas de login em locais desconhecidos ou notificações de troca de senha que você não solicitou. Verificar suas credenciais em sites como Have I Been Pwned ajuda a identificar exposição.
Antivírus protege contra infostealers?
Um bom antivírus atualizado pode detectar infostealers conhecidos. Porém, variantes novas podem escapar da detecção. Por isso, combinar antivírus com gerenciador de senhas, autenticação em dois fatores e boas práticas de navegação é a melhor estratégia.
O PhizChat é seguro contra roubo de dados?
O PhizChat utiliza criptografia ponta a ponta e armazena dados no Brasil, seguindo a LGPD. Mesmo que um dispositivo seja comprometido, as mensagens em trânsito permanecem protegidas pela criptografia do app.