Como deepfakes de vídeo são usados em golpes financeiros e como se proteger

Deepfakes e IA


A Polícia Federal divulgou dados alarmantes em abril de 2026: 42,5% das fraudes financeiras no Brasil já utilizam ferramentas de inteligência artificial. Entre as técnicas mais perigosas estão os deepfakes de vídeo, que cresceram 830% entre 2024 e 2025, colocando o país na liderança desse tipo de crime na América Latina.

Os números confirmam uma tendência que especialistas em segurança digital vinham alertando. Segundo a Serasa Experian, o Brasil registra uma tentativa de fraude digital a cada 2,2 segundos. Em 2025, foram cerca de 14 milhões de tentativas de fraude no total. Uma parcela cada vez maior dessas tentativas envolve vídeos e imagens gerados por inteligência artificial.

O que são deepfakes de vídeo e como funcionam nos golpes

Deepfakes de vídeo são conteúdos audiovisuais manipulados por algoritmos de IA que conseguem trocar rostos, sincronizar movimentos labiais e reproduzir a fala de qualquer pessoa com alta precisão. Diferente de montagens simples, essas falsificações são praticamente indistinguíveis do conteúdo original para o olho humano.

Na prática, criminosos utilizam essa tecnologia de diversas formas:

  • Vídeos falsos de figuras públicas e influenciadores endossando produtos inexistentes, investimentos fraudulentos ou campanhas de doação falsas

  • Videochamadas falsificadas em que o golpista se passa por um familiar, amigo ou colega de trabalho para solicitar transferências urgentes via Pix

  • Documentos falsificados com IA, como CNHs, comprovantes bancários e de residência, usados para abrir contas fictícias e contratar empréstimos em nome das vítimas

  • Vídeos de verificação de identidade forjados para burlar sistemas de autenticação facial em bancos e fintechs

Por que os deepfakes de vídeo são mais perigosos que outros golpes

Golpes tradicionais como clonagem de voz com IA já causam prejuízos enormes. Porém, o deepfake de vídeo eleva o nível de sofisticação porque explora a confiança visual. Quando a vítima vê o rosto de alguém conhecido em uma videochamada ou em um vídeo, a tendência natural é acreditar na legitimidade do conteúdo.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, houve uma sofisticação significativa da ação criminosa. Os golpistas combinam deepfakes com técnicas de engenharia social, usando modelos de linguagem (LLMs) para criar mensagens sem erros gramaticais e altamente persuasivas. Essa combinação torna os ataques muito mais difíceis de identificar.

Organizações criminosas internacionais também adotaram essas ferramentas. A PF registrou aumento nas operações contra fraudes cibernéticas, passando de cerca de 300 em 2022 para mais de 1.000 por ano desde 2024.

Como identificar um deepfake de vídeo

Embora a tecnologia esteja cada vez mais avançada, existem sinais que podem ajudar a identificar um vídeo falso:

  • Movimentos faciais irregulares: piscadas pouco naturais, expressões faciais que não combinam com o contexto ou movimentos labiais levemente dessincronizados

  • Bordas e contornos do rosto: áreas ao redor do rosto, pescoço e cabelo podem apresentar distorções sutis, especialmente quando a pessoa se movimenta

  • Iluminação inconsistente: sombras que não correspondem à direção da luz ou brilho irregular na pele

  • Qualidade variável: partes do vídeo com resolução diferente, principalmente na região dos olhos e boca

  • Contexto suspeito: pedidos urgentes de dinheiro, ofertas boas demais ou situações que geram pressão emocional

5 medidas práticas para se proteger de golpes com deepfake

  1. Desconfie de videochamadas inesperadas que pedem transferências ou dados pessoais. Desligue e ligue de volta pelo número oficial da pessoa

  2. Crie uma palavra-chave secreta com familiares para confirmar identidades em situações de emergência

  3. Não compartilhe vídeos pessoais em redes sociais abertas. Quanto mais material disponível, mais fácil criar um deepfake convincente

  4. Ative a autenticação em duas etapas em todos os aplicativos financeiros e de mensagens

  5. Use um app de mensagens seguro com criptografia ponta a ponta real, que dificulte a interceptação de dados usados para criar deepfakes

PhizChat: comunicação protegida contra fraudes com IA

Em um cenário onde 42,5% das fraudes financeiras usam inteligência artificial, a escolha do aplicativo de mensagens faz toda a diferença. O PhizChat é uma alternativa ao WhatsApp desenvolvida no Brasil, com foco em privacidade e segurança digital.

O PhizChat oferece criptografia ponta a ponta em todas as conversas, impedindo que terceiros interceptem mensagens, fotos e vídeos que poderiam ser usados para criar deepfakes. Por ser um app de mensagens seguro e alinhado à LGPD, o PhizChat não compartilha seus dados com empresas estrangeiras e garante soberania digital sobre suas comunicações.

Além disso, o ecossistema do PhizChat foi projetado para que você tenha controle total sobre quem acessa seu conteúdo, reduzindo a superfície de ataque para criminosos que dependem de dados pessoais para aplicar golpes sofisticados.

Perguntas frequentes

O que é um deepfake de vídeo?

É um vídeo manipulado por inteligência artificial que substitui o rosto ou a voz de uma pessoa por outra, criando conteúdo falso com aparência realista.

Como saber se um vídeo é deepfake?

Observe movimentos faciais irregulares, bordas distorcidas ao redor do rosto, iluminação inconsistente e contexto suspeito, como pedidos urgentes de dinheiro.

Deepfakes são ilegais no Brasil?

Sim. O uso de deepfakes para fraudes configura crime de estelionato, falsidade ideológica e pode se enquadrar em outras tipificações penais. A Polícia Federal tem operações específicas contra esse tipo de crime.

Como o PhizChat protege contra golpes com deepfake?

O PhizChat usa criptografia ponta a ponta e não compartilha dados com terceiros, reduzindo o acesso de criminosos a informações pessoais necessárias para criar deepfakes convincentes.

Deepfakes e IA


A Polícia Federal divulgou dados alarmantes em abril de 2026: 42,5% das fraudes financeiras no Brasil já utilizam ferramentas de inteligência artificial. Entre as técnicas mais perigosas estão os deepfakes de vídeo, que cresceram 830% entre 2024 e 2025, colocando o país na liderança desse tipo de crime na América Latina.

Os números confirmam uma tendência que especialistas em segurança digital vinham alertando. Segundo a Serasa Experian, o Brasil registra uma tentativa de fraude digital a cada 2,2 segundos. Em 2025, foram cerca de 14 milhões de tentativas de fraude no total. Uma parcela cada vez maior dessas tentativas envolve vídeos e imagens gerados por inteligência artificial.

O que são deepfakes de vídeo e como funcionam nos golpes

Deepfakes de vídeo são conteúdos audiovisuais manipulados por algoritmos de IA que conseguem trocar rostos, sincronizar movimentos labiais e reproduzir a fala de qualquer pessoa com alta precisão. Diferente de montagens simples, essas falsificações são praticamente indistinguíveis do conteúdo original para o olho humano.

Na prática, criminosos utilizam essa tecnologia de diversas formas:

  • Vídeos falsos de figuras públicas e influenciadores endossando produtos inexistentes, investimentos fraudulentos ou campanhas de doação falsas

  • Videochamadas falsificadas em que o golpista se passa por um familiar, amigo ou colega de trabalho para solicitar transferências urgentes via Pix

  • Documentos falsificados com IA, como CNHs, comprovantes bancários e de residência, usados para abrir contas fictícias e contratar empréstimos em nome das vítimas

  • Vídeos de verificação de identidade forjados para burlar sistemas de autenticação facial em bancos e fintechs

Por que os deepfakes de vídeo são mais perigosos que outros golpes

Golpes tradicionais como clonagem de voz com IA já causam prejuízos enormes. Porém, o deepfake de vídeo eleva o nível de sofisticação porque explora a confiança visual. Quando a vítima vê o rosto de alguém conhecido em uma videochamada ou em um vídeo, a tendência natural é acreditar na legitimidade do conteúdo.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, houve uma sofisticação significativa da ação criminosa. Os golpistas combinam deepfakes com técnicas de engenharia social, usando modelos de linguagem (LLMs) para criar mensagens sem erros gramaticais e altamente persuasivas. Essa combinação torna os ataques muito mais difíceis de identificar.

Organizações criminosas internacionais também adotaram essas ferramentas. A PF registrou aumento nas operações contra fraudes cibernéticas, passando de cerca de 300 em 2022 para mais de 1.000 por ano desde 2024.

Como identificar um deepfake de vídeo

Embora a tecnologia esteja cada vez mais avançada, existem sinais que podem ajudar a identificar um vídeo falso:

  • Movimentos faciais irregulares: piscadas pouco naturais, expressões faciais que não combinam com o contexto ou movimentos labiais levemente dessincronizados

  • Bordas e contornos do rosto: áreas ao redor do rosto, pescoço e cabelo podem apresentar distorções sutis, especialmente quando a pessoa se movimenta

  • Iluminação inconsistente: sombras que não correspondem à direção da luz ou brilho irregular na pele

  • Qualidade variável: partes do vídeo com resolução diferente, principalmente na região dos olhos e boca

  • Contexto suspeito: pedidos urgentes de dinheiro, ofertas boas demais ou situações que geram pressão emocional

5 medidas práticas para se proteger de golpes com deepfake

  1. Desconfie de videochamadas inesperadas que pedem transferências ou dados pessoais. Desligue e ligue de volta pelo número oficial da pessoa

  2. Crie uma palavra-chave secreta com familiares para confirmar identidades em situações de emergência

  3. Não compartilhe vídeos pessoais em redes sociais abertas. Quanto mais material disponível, mais fácil criar um deepfake convincente

  4. Ative a autenticação em duas etapas em todos os aplicativos financeiros e de mensagens

  5. Use um app de mensagens seguro com criptografia ponta a ponta real, que dificulte a interceptação de dados usados para criar deepfakes

PhizChat: comunicação protegida contra fraudes com IA

Em um cenário onde 42,5% das fraudes financeiras usam inteligência artificial, a escolha do aplicativo de mensagens faz toda a diferença. O PhizChat é uma alternativa ao WhatsApp desenvolvida no Brasil, com foco em privacidade e segurança digital.

O PhizChat oferece criptografia ponta a ponta em todas as conversas, impedindo que terceiros interceptem mensagens, fotos e vídeos que poderiam ser usados para criar deepfakes. Por ser um app de mensagens seguro e alinhado à LGPD, o PhizChat não compartilha seus dados com empresas estrangeiras e garante soberania digital sobre suas comunicações.

Além disso, o ecossistema do PhizChat foi projetado para que você tenha controle total sobre quem acessa seu conteúdo, reduzindo a superfície de ataque para criminosos que dependem de dados pessoais para aplicar golpes sofisticados.

Perguntas frequentes

O que é um deepfake de vídeo?

É um vídeo manipulado por inteligência artificial que substitui o rosto ou a voz de uma pessoa por outra, criando conteúdo falso com aparência realista.

Como saber se um vídeo é deepfake?

Observe movimentos faciais irregulares, bordas distorcidas ao redor do rosto, iluminação inconsistente e contexto suspeito, como pedidos urgentes de dinheiro.

Deepfakes são ilegais no Brasil?

Sim. O uso de deepfakes para fraudes configura crime de estelionato, falsidade ideológica e pode se enquadrar em outras tipificações penais. A Polícia Federal tem operações específicas contra esse tipo de crime.

Como o PhizChat protege contra golpes com deepfake?

O PhizChat usa criptografia ponta a ponta e não compartilha dados com terceiros, reduzindo o acesso de criminosos a informações pessoais necessárias para criar deepfakes convincentes.

Deepfakes e IA


A Polícia Federal divulgou dados alarmantes em abril de 2026: 42,5% das fraudes financeiras no Brasil já utilizam ferramentas de inteligência artificial. Entre as técnicas mais perigosas estão os deepfakes de vídeo, que cresceram 830% entre 2024 e 2025, colocando o país na liderança desse tipo de crime na América Latina.

Os números confirmam uma tendência que especialistas em segurança digital vinham alertando. Segundo a Serasa Experian, o Brasil registra uma tentativa de fraude digital a cada 2,2 segundos. Em 2025, foram cerca de 14 milhões de tentativas de fraude no total. Uma parcela cada vez maior dessas tentativas envolve vídeos e imagens gerados por inteligência artificial.

O que são deepfakes de vídeo e como funcionam nos golpes

Deepfakes de vídeo são conteúdos audiovisuais manipulados por algoritmos de IA que conseguem trocar rostos, sincronizar movimentos labiais e reproduzir a fala de qualquer pessoa com alta precisão. Diferente de montagens simples, essas falsificações são praticamente indistinguíveis do conteúdo original para o olho humano.

Na prática, criminosos utilizam essa tecnologia de diversas formas:

  • Vídeos falsos de figuras públicas e influenciadores endossando produtos inexistentes, investimentos fraudulentos ou campanhas de doação falsas

  • Videochamadas falsificadas em que o golpista se passa por um familiar, amigo ou colega de trabalho para solicitar transferências urgentes via Pix

  • Documentos falsificados com IA, como CNHs, comprovantes bancários e de residência, usados para abrir contas fictícias e contratar empréstimos em nome das vítimas

  • Vídeos de verificação de identidade forjados para burlar sistemas de autenticação facial em bancos e fintechs

Por que os deepfakes de vídeo são mais perigosos que outros golpes

Golpes tradicionais como clonagem de voz com IA já causam prejuízos enormes. Porém, o deepfake de vídeo eleva o nível de sofisticação porque explora a confiança visual. Quando a vítima vê o rosto de alguém conhecido em uma videochamada ou em um vídeo, a tendência natural é acreditar na legitimidade do conteúdo.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, houve uma sofisticação significativa da ação criminosa. Os golpistas combinam deepfakes com técnicas de engenharia social, usando modelos de linguagem (LLMs) para criar mensagens sem erros gramaticais e altamente persuasivas. Essa combinação torna os ataques muito mais difíceis de identificar.

Organizações criminosas internacionais também adotaram essas ferramentas. A PF registrou aumento nas operações contra fraudes cibernéticas, passando de cerca de 300 em 2022 para mais de 1.000 por ano desde 2024.

Como identificar um deepfake de vídeo

Embora a tecnologia esteja cada vez mais avançada, existem sinais que podem ajudar a identificar um vídeo falso:

  • Movimentos faciais irregulares: piscadas pouco naturais, expressões faciais que não combinam com o contexto ou movimentos labiais levemente dessincronizados

  • Bordas e contornos do rosto: áreas ao redor do rosto, pescoço e cabelo podem apresentar distorções sutis, especialmente quando a pessoa se movimenta

  • Iluminação inconsistente: sombras que não correspondem à direção da luz ou brilho irregular na pele

  • Qualidade variável: partes do vídeo com resolução diferente, principalmente na região dos olhos e boca

  • Contexto suspeito: pedidos urgentes de dinheiro, ofertas boas demais ou situações que geram pressão emocional

5 medidas práticas para se proteger de golpes com deepfake

  1. Desconfie de videochamadas inesperadas que pedem transferências ou dados pessoais. Desligue e ligue de volta pelo número oficial da pessoa

  2. Crie uma palavra-chave secreta com familiares para confirmar identidades em situações de emergência

  3. Não compartilhe vídeos pessoais em redes sociais abertas. Quanto mais material disponível, mais fácil criar um deepfake convincente

  4. Ative a autenticação em duas etapas em todos os aplicativos financeiros e de mensagens

  5. Use um app de mensagens seguro com criptografia ponta a ponta real, que dificulte a interceptação de dados usados para criar deepfakes

PhizChat: comunicação protegida contra fraudes com IA

Em um cenário onde 42,5% das fraudes financeiras usam inteligência artificial, a escolha do aplicativo de mensagens faz toda a diferença. O PhizChat é uma alternativa ao WhatsApp desenvolvida no Brasil, com foco em privacidade e segurança digital.

O PhizChat oferece criptografia ponta a ponta em todas as conversas, impedindo que terceiros interceptem mensagens, fotos e vídeos que poderiam ser usados para criar deepfakes. Por ser um app de mensagens seguro e alinhado à LGPD, o PhizChat não compartilha seus dados com empresas estrangeiras e garante soberania digital sobre suas comunicações.

Além disso, o ecossistema do PhizChat foi projetado para que você tenha controle total sobre quem acessa seu conteúdo, reduzindo a superfície de ataque para criminosos que dependem de dados pessoais para aplicar golpes sofisticados.

Perguntas frequentes

O que é um deepfake de vídeo?

É um vídeo manipulado por inteligência artificial que substitui o rosto ou a voz de uma pessoa por outra, criando conteúdo falso com aparência realista.

Como saber se um vídeo é deepfake?

Observe movimentos faciais irregulares, bordas distorcidas ao redor do rosto, iluminação inconsistente e contexto suspeito, como pedidos urgentes de dinheiro.

Deepfakes são ilegais no Brasil?

Sim. O uso de deepfakes para fraudes configura crime de estelionato, falsidade ideológica e pode se enquadrar em outras tipificações penais. A Polícia Federal tem operações específicas contra esse tipo de crime.

Como o PhizChat protege contra golpes com deepfake?

O PhizChat usa criptografia ponta a ponta e não compartilha dados com terceiros, reduzindo o acesso de criminosos a informações pessoais necessárias para criar deepfakes convincentes.